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[Automação] Os desafios na implementação do RPA

Conheça os principais ofensores que podem atrapalhar sua implementação





Na última postagem aqui do blog, ficamos por dentro sobre como a implementação de um RPA (Robotic Process Automation) pode trazer benefícios. Tais como: redução de erros operacionais e maior produtividade, melhoria da qualidade dos dados e flexibilidade.

No entanto, existem desafios que podem atrapalhar essa implementação. Então, no texto de hoje, nós vamos falar um pouco sobre os três principais ofensores que podem dificultar a adoção bem-sucedida de um RPA no seu time.


Vamos lá?




1. Complexidade dos processos

Um dos principais desafios na implementação do RPA é a complexidade dos processos já implementados. Muitas empresas possuem processos de negócios altamente complexos e com muitas etapas manuais. Quanto maior isso for, mais desafiadora será a automação com RPA.


Processos complexos geralmente têm muitas etapas e fluxos de trabalho, tornando difícil identificar todas as nuances e exceções. O mapeamento detalhado é fundamental para a criação de bots que possam automatizar as tarefas de maneira precisa e eficiente. Se os processos não forem compreendidos completamente, a automação pode ser incompleta ou até mesmo causar erros.

Além disso, essa complexidade, exige tomadas de decisão baseadas em muitas variáveis e regras. Isso requer a implementação de lógica avançada nos bots, o que pode prejudicar o desenvolvimento e a manutenção contínua do RPA. Erros na lógica podem levar a resultados indesejados ou falhas no processo automatizado.

É provável que o RPA precise interagir com diversos sistemas e aplicativos. A integração com esses sistemas é extremamente necessária, mas pode ser desafiadora, especialmente quando há falta de APIs ou interfaces amigáveis para automação. A necessidade de extrair dados de várias fontes e sincronizar informações adiciona um nível extra de cuidado.

Para mitigar os desafios relacionados à complexidade dos processos, é crucial realizar uma análise detalhada dos processos que serão automatizados. Uma abordagem estruturada, com a colaboração de especialistas em processos e desenvolvedores de RPA, pode ajudar a identificar os gargalos e as áreas críticas para a automação.

2. Mudança cultural e resistência

A implementação de automação robótica pode exigir uma mudança cultural nas empresas. Pode haver grande preocupação do time quanto a possibilidade de substituição de tarefas manuais por robôs automatizados, levando a temores de perda de emprego ou resistência à adoção da nova tecnologia.


Essa falta de compreensão sobre o RPA e seus benefícios pode levar a uma resistência passiva ou mesmo ativa à implementação do projeto de automação. As pessoas da organização podem não entender como essa implementação pode melhorar suas atividades diárias, economizar tempo e permitir que se concentrem em tarefas mais estratégicas e significativas.

Em algumas empresas, a cultura organizacional pode resistir à inovação. Se a cultura enfatizar uma mentalidade tradicional e avessa ao risco, a introdução do RPA pode encontrar obstáculos para ser aceita e implementada.



Outro ponto importante é sobre treinamento adequado para o trabalho com os bots de automação. Não treinar o time pode prejudicar a eficácia da implementação, pois as pessoas podem se sentir inseguras ou despreparadas para trabalhar com a nova tecnologia.

Para superar esses desafios, as empresas devem adotar uma abordagem proativa para lidar com a mudança cultural e a resistência, como uma comunicação clara e transparente, envolvimento dos funcionários, treinamento, suporte e compartilhamento dos resultados alcançados.



3. Integração com sistemas legados

Muitas empresas têm uma infraestrutura de TI complexa, com vários sistemas legados e aplicativos que não foram projetados para trabalhar com automação. A integração do RPA com esses sistemas pode ser um desafio, pois os bots precisam ser capazes de interagir com interfaces de usuário legadas, que podem não ser tão amigáveis assim.




Alguns sistemas legados podem não possuir APIs (Application Programming Interfaces) e isso pode exigir a criação de soluções alternativas, como automação baseada em captura de tela ou virtualização de desktop.




A natureza dos sistemas legados pode levar a atualizações e manutenções frequentes para mantê-los funcionando corretamente. Essas atualizações podem impactar a automação existente, exigindo ajustes constantes nos robôs para garantir que eles continuem funcionando conforme esperado.

Dados críticos ou confidenciais presentes no sistema legado podem levar a cuidados extras na integração com esses sistemas, pois precisa-se garantir que a segurança e a conformidade regulatória sejam mantidas durante a automação.

Para lidar com esses desafios, é importante realizar uma análise detalhada dos sistemas legados e suas interfaces, priorizar a automação de processos que ofereçam o maior valor, trabalhar em estreita colaboração com as equipes de TI e desenvolvimento para encontrar soluções eficazes para a integração, criar um plano de manutenção contínua para os bots e garantir a segurança dos dados durante a automação.


Com planejamento e colaboração entre as equipes, é possível superar os desafios da integração com os sistemas legados e garantir uma implementação eficaz do RPA.




Pronto! Seguindo as dicas acima, empresas que precisam reduzir custos e ter seus processos mais eficazes com o auxílio de robôs, tendem a garantir uma implementação bem-sucedida.




Sua empresa precisa de consultoria em automação ou RPA?




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